por Asséde Paiva
(Rosarense), bacharel em Direito e Administrador. Autor de Organização de cooperativas de consumo (premiado no IX Congresso Brasileiro de Cooperativismo, em Brasília); Brumas da história do Brasil. RIHGB nº 417, out./dez. 2002; Possessão, São Paulo: Ícone Editora, 1995; O espírito milenar, Goiânia: Editora Paulo de Tarso, s.d. Trabalhou na CSN 35 anos.
 
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Texto publicado no Benficanet em 20/10/2017

  

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Instituto Metodista Granbery - Fonte: Mapio.net

Dia 12 de setembro de 2017 fui a Juiz de Fora em viagem relâmpago, para almoçar com amigos em Benfica. Eles são Alessandra Patrícia e Sander Venzi e publicam tudo que escrevo: coisas bonitas e outra nem tanto. São meus amigos de coração e de meu outono. Amizades de outono da vida são muito importantes, porque não há qualquer interesse envolvido é amizade simples assim: pura, elevada, sem intenções subjacentes. Obrigado Alessandra e Sander, vocês me deram momentos mágicos.

Realizado meu principal intento, era hora de voltar e despedi deles com forte abraço e Sander tirou uma selfie nossa. Prometi voltar logo. Com outro amigo, que me levara a JF, Paulo Cesar Faria, iniciamos o retorno.

Havia algo mais a fazer, como eu estava na cidade queria visitar ainda que num relance o Colégio do coração, onde estudei cinco anos e era FELIZ. Devo registrar que foram os melhores anos da minha vida naquela Instituição de ensino. Pedi a Paulo que me levasse ao Granbery. Paulo cometeu um engano e fomos bem longe, na Avenida Rio Branco, até o Bom Pastor. Então, ele contornou a rotatória e voltou. Para não errar novamente, subiu numa rua que sairia na parte alta da rua Batista de Oliveira.

Não demorou a aparecer repentinamente o Gigante Branco. Tive extraordinária emoção; impactante mesmo. Senti abraçar o Colégio e ser abraçado por ele. Ouvi: "bem-vindo granberyense"! Deu-se a fusão do corpo, alma, e mente com aquelas paredes brancas. Quase pedi para descer e correr para O Granbery.

Este Colégio, já o disse e repito foi o oásis da minha vida. Formidável vê-lo sob uma perspectiva que jamais vira: pelo alto da rua Batista. A casa que o nome nos dá é majestosa e grandiosa. Sabem o que pensei no momento? Pensei que o Granbery era meu Pai, eu queria ficar com meu Papai. Estou certo de que me abraçou e disse-me: bem-vindo, filho! Entrei, conversei com a bibliotecária, doei um livro de minha autoria e me fui.

Não tenho como explicar, o Granbery é não só um edifício: tem alma e é meu Pai. Glória a Deus!

Instituto Metodista Granbery - Colégio e Faculdade - DESDE 1889, rua Batista de Oliveira, em 1934 (arquivo de H. Ferreira) - Fonte: Maria do Resguardo
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Asséde Paiva Oliveira - Volta Redonda - 20/10/2017

Verdade, verdadeira! Não há uma vírgula de mais.
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